terça-feira, 15 de maio de 2012

Acordo ilegal entre Tarso e o MP

E o CPERS tinha razão, o juiz declarou que é ilegal o acordo firmado entre Tarso e o MP.
Mais uma vez fica comprovada a ilegalidade do atual governo "FORA DA LEI", ainda este governo insiste em continuar na ilegalidade, afirma o pagamento de um completivo sem base legal para fazê-lo.
Que pensa o Sr. Tarso Genro?
Seguramente pensa estar acima da lei, acima da assembleia legislativa. Decide mentir e enganar a sociedade gaúcha que o seu falso Piso é uma boa, tenta nos iludir que pagando R$ 100, ou R$ 200, para uma pequena parcela da categoria, estaria cumprindo a lei. Ora, nós sabemos que temos direito a muito mais que esta "mereca" de completivo, o piso no básico do plano de carreira que nos é devido corresponde a cerca de 700 reais para cada professor.
Portanto, Sr Tarso, deixe de ser mentiroso, enfrente a realidade como homem e diga a sociedade gaúcha da sua irresponsabilidade ao prometer pagar a lei que "leva a sua assinatura" para professores como esta na lei, e para funcionários que prometeste. Quanto mais tu mentes aos gaúchos mais enoja nossa categoria.
                                                                                                                   Sadi Porto - Vice diretor

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Acordo com Ministério Público é uma farsa.

Mais uma vez Tarso Genro arruma um modo de burlar a lei. O CPERS não pode aceitar que quem prometeu cumprir a lei e pagar o piso para professores e funcionários. O governador não tem palavra e muito menos cumpre a lei. Este governo é um mau exemplo para os cidadãos deste estado que cumprem cada centímetro da lei. O Tarso e o MP se colocam acima da lei, se colocam como o rei absolutista da França que disse "o estado sou eu".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Páscoa, apesar de você.

Tarso, apesar de você, nós professores sobrevivemos. Dificuldades? Sim, temos, com um básico de 395 reais, enquanto teriamos direito a um básico de 1451 reais, nossas dificuldades se multiplicam.
Porém, apesar de você, é Páscoa e temos por meta construir a felicidade nossa, de nossas famílias de nossos alunos.
 Apesar de você, a esperança em cada Páscoa renasce, esperança que surja um político honesto, com palavra, bem diferente de você. Existem pessoas que passam por nossas vidas para que possamos saber que não devemos imita-las, são os maus exemplos, e você é um deles.
Apesar de você, os nossos presentes de Páscoa sobreviverão, minguados bem diferentes dos popudos coelhos seus e de seus cupinchas. Mas sobreviveremos tal como sobrivevemos a outros governos. Nossa esperança pascal é incansável pois sabemos que a cada 4 anos podemos sepultar um cadáver e ressuscitar uma nova esperança.
Apesar de você, é Pascoa e se somos felizes é uma conquista nossa de cada dia... Feliz Páscoa a todos que lutam e sonham com mundo melhor e mais justo para todos...

terça-feira, 27 de março de 2012

NEGOCIAR O PAGAMENTO OU DEIXAR A CONTA PARA O FUTURO?

 
A Lei de número 11.738, do ano de 2008, conhecida com Lei do Piso, dentre outras coisas, regulamenta o salário dos professores, sua data base (janeiro), seu indexador de reajuste (Fundeb), chegando-se assim ao seu valor atual de R$ 1.451,00. Esse é o valor, segundo a Lei, do Piso do Magistério, e piso todos nós trabalhadores sabemos o que é. Mas vamos explicar para esse governo, que antes de eleito sabia o que era, mas esqueceu, rapidinho, de forma bem simples o que é: trata-se do “chãozinho”, o primeiro dos primeiros vencimentos a serem pagos a uma categoria. Então, se a Lei, inquestionavelmente garante ao Magistério um piso de R$ 1451,00, e o Governo do Estado, apoiado pela sua base aliada na Assembleia Legislativa, vota um percentual de aumento que não alcança esse valor, não é aumento, é, portanto, redução de salário. Poderá algum trabalhador abrir mão de salário? Nós, do magistério também não podemos e nem iremos. É nosso, assegurado por lei e julgado procedente pela Justiça. Temos todos nós professores, uma poupança forçada, e o Estado do Rio Grande do Sul, através de seus governantes, optou por engordar uma dívida trabalhista.
Deseja esse governo por em dúvida o que é piso. Já está respondido pela Justiça: Piso é salário sem nenhuma vantagem, conforme sentença divulgada em 5 de março, reconhecendo que o valor do Piso deve incidir sobre o vencimento básico da carreira. O legislativo votou, portanto, uma lei ilegal. Como pode ser? Será que os “fazedores” de lei acham que elas não precisam ser cumpridas? Ou, então, quem sabe, pensam que nem são importantes, falo das leis, obviamente. Triste ver nossos deputados se calarem e permitir tamanha barbárie. Não se está desrespeitando somente aos professores, mas a sociedade como um todo. Estão colocando em risco as finanças do Estado em futuro nem tão distante. E, mediante as notícias recentes, ouso dizer que são sabedores do fato, pois um deles, advogado sendo, em seu escritório, seus sócios entra com ações na Justiça cobrando o Piso para o Magistério. Fácil entender a lógica: ganham várias vezes, primeiro seus soldos como parlamentares, depois, suas comissões quando vencedores das causas trabalhistas que o não pagamento do Piso irá gerar, e nem consigo imaginar de que outras formas mais.
Podem, o governo e seus aliados, até mesmo enganar a opinião pública através da mídia. Mas não se poderá perpetuar esse engodo, visto que é lei, e lei não se questiona, cumpre-se. Algum dia, essa conta terá que ser paga. Para quem estão, governo e deputados enviando essa conta? Quem será no futuro responsabilizado por esse enorme passivo que está sendo criado hoje em nosso estado?
O melhor para todos, Magistério, governos (atual e futuros) e sociedade gaúcha, seria a negociação. Nós professores, através de nosso Sindicato, que nos representa sim, continuamos querendo o diálogo. Que o outro lado, reflita e sente-se a mesa para negociar e parar de repetir a mesma ladainha sem avançar para o Piso. Não estamos apenas cobrando uma promessa de campanha, não estamos apenas exigindo, o que nem deveria ser necessário por nosso governador ser jurista, o cumprimento de uma lei, estamos preocupados com o futuro de nosso Estado, pois a pergunta crucial é: Que contas, a sociedade gaúcha terá que pagar, quando um governante não paga as contas da educação?
Miriam Neumann Trindade

quarta-feira, 21 de março de 2012

O PISO, A LUTA CONTINUA!

A base aliada do Tarso conseguiu dar uma rasteira no Piso. Este é um governo que escamoteia com um reajuste insignificante para não cumprir a lei. Para nós professores e funcionários só resta a mobilização para pressionar o governo a cumprir o piso.
Assim como o governo esta feliz por ter uma base aliada coesa, nós também temos que construir uma base coesa de professores pois somente nossa união é capaz de fazer os deputados e governo se afastarem da ideia de não pagar o Piso.
A Paralisação dos dias 14, 15 e 16 foi forte, mas precisaremos de muito mais força. Comece agora a mobilizar e a criar um espirito de unidade.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Justiça determina pagamento do piso nacional aos professores da rede estadual

Tarso perdeste a oportunidade de ser herói,agora é um fora da lei.
A justiça do estado do Rio Grande do Sul determinou hoje, dia 5 de março, o pagamento do Piso do magistério, inclusive o retroativo.
Claro que Tarso, igual a Yeda, vai recorrer da decisão judicial.
Que pena, tem gente que prefere entrar para história, não como herói, mas como covarde.
Este é o caso do Governador Tarso, o qual esta perdendo uma oportunidade impar de se tornar um herói, prefere a mesquinhez de ser um fora da lei.
Tarso nunca ouviu a frase: "o crime não compensa", "dura lex, sed lex" (a lei é dura, mas é a lei), o curso de direito deste senhor, lhe mostrou como burlar a lei ao invés de observá-la.
Mas agora que o governo Tarso foi declarado como ILEGAL, não caberia o impeachment caso o governo não cumpra a lei? Não cumprir a lei é, no mínimo, improbidade administrativa. O governador esta correndo o risco de ser apeado do cargo.
Mas para isso professores, não pensem que basta um juiz, a nossa luta continua e continuará sempre, o sindicato tem que organizar a categoria, sem atrelamento a partidos, para defendermos juntos nossos direitos.
Em Frente, juntos somos mais fortes.

domingo, 4 de março de 2012

CATEGORIA REJEITA A PROPOSTA DO GOVERNO NA ASSEMBLEIA GERAL



Os trabalhadores estaduais da educação rejeitaram, em assembleia geral realizada nesta sexta-feira (02), em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre, a proposta de reajuste apresentada pelo governo do estado. A categoria aprovou uma contraproposta elaborada pelo sindicato, que garante, ainda este ano, a integralização do valor do piso salarial.

A proposta aprovada pela categoria consiste no pagamento de um reajuste, em três parcelas, todas de 22,41%, nos meses de maio, agosto e novembro, integralizando o valor do piso salarial, que é de R$ 1.451,00.

A proposta do governo não garante o cumprimento da lei do piso. Ao final de 2014, o estado estaria pagando aos professores R$ 1.259,11 por uma jornada semanal de 40 horas, aquém do valor definido para 2012.

Para os funcionários de escola, a proposta do governo é ainda mais rebaixada. Até o final do mandato, aplicaria somente o índice de 23,5%, integralizado até fevereiro de 2013. 

A contraproposta aprovada pela categoria garante aos funcionários os mesmos índices concedidos aos professores.

Estado de greve

A categoria também aprovou o estado de greve, a retirada da Assembleia Legislativa dos projetos que tratam do reajuste salarial e um calendário de mobilização para pressionar o governo a cumprir a lei do piso.

A mobilização consiste na realização de atividades específicas com os funcionários de escola, panelaços, plenárias, seminários, varal de contracheques, visitas às famílias dos alunos, vigílias, campanha de outdoors, exposição de faixas em frente aos partidos do governador e dos seus aliados, pedágios explicativos, faixas em frente às escolas e campanha de e-mails.

Como forma de pressão pelo cumprimento da lei do piso, a categoria também vai cobrar o posicionamento dos senadores da bancada gaúcha, buscar audiência com a presidente da República, ocupar espaços nas câmaras de vereadores e realizar audiências públicas nas promotorias de cada município.

A luta pela implementação do piso também terá pressão aos deputados estaduais para que não votem os projetos de reajuste que estão no Legislativo, aos vereadores, candidatos às eleições municipais, líderes de bancadas e presidentes de partidos. A categoria também vai pressionar os deputados para que votem o projeto de abono das faltas da greve passada.
Paralisação nacional
O calendário de mobilização tem previsto para os dias 14, 15 e 16 de março a participação da categoria na paralisação nacional pelo cumprimento da lei do piso, dos 10% do PIB para a educação e contra o projeto que altera o indexador de correção do piso. O CPERS participará, junto com outras categorias, de um ato público estadual no dia 16 de março.

Os educadores também fortalecerão o boicote à reforma do ensino médio, continuando o debate com a comunidade escolar para que as escolas construam a suas próprias propostas pedagógicas. A categoria também vai exigir o cumprimento de um terço de horas-atividade, se recusando a cumprir mais períodos e denunciando as coordenadorias de educação que estão utilizando esta prática.

No dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – serão realizadas panfletagens em locais públicos e participação em atividades unificadas com outras organizações.