quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ameaça ao Plano de Carreira

É HORA DO ESPERNEIO:
Vamos nos INDIGNAR, nos REBELAR, nos MOBILIZAR e LUTAR MUITO.
Dia 25/08, sábado, inicio pela manhã, Esteio, Parque da EXPOINTER, ATO ESTADUAL
Saída às 7:00 horas em frente ao Núcleo.
Inscreva-se pelo fone 3713 1588

PLANEJAM "READEQUAR" NOSSO PLANO DE CARREIRA.
Onde houve a tal de "readequação" houve achatamento salárial, como no caso de Pernambuco, Cea
rá, SC e outros.
O momento de mobilizações fortes é agora. Pois o momento é propício para tal, pois os parlamentares da base aliada (PT, PSB, PC do B, PDT, PTB) estão indo aos muncipios fazer campanha para seus candidatos a prefeitos e vereadores. 

Leia abaixo, a matéria do portal da SEDUC:

Secretária-adjunta propõe discussão nacional para carreira
A secretária-adjunta da Educação, Maria Eulalia Nascimento cumpre agenda em Brasília nesta terça-feira (21). No período da manhã participou, com os demais secretários de Educação do País, de reunião com secretário de articulação com os sistemas de ensino do Ministério da Educação (MEC), Binho Marques, na pauta do debate as alternativas para atualização do índice anual de reajuste do piso nacional do magistério. Segundo Maria Eulalia, todos os entes federados apontaram dificuldades para a manutenção da atual correção. Na ocasião, a secretária-adjunta levantou a necessidade de uma discussão para a carreira dos professores, já os Estados que conseguiram implantar o piso como vencimento básico achataram os planos de carreiras, e uma equidade no país. “Precisamos discutir uma carreira para o magistério, que apresente perspectivas para o futuro”, destacou. 

Como encaminhamento foi aprovada a formação de uma mesa de negociação entre a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e o MEC para a discussão de três pontos: índice de reajuste, 1/3 hora atividade e diretrizes nacionais para a carreira do magistério. Assim como o encaminhamento para que o governo federal chame os governadores para uma discussão sobre as alternativas para o índice de reajuste do piso.


Fonte: Portal SEDUC

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ensino médio politécnico

Protesto de estudantes
contra reforma do Ensino Médioem 2011

A professora do Departamento de Educação da Unisc, Rosa Maria Schneider, em texto publicado na editoria de Opinião, criticou as mudanças pedagógicas propostas na cartilha do Governo do Estado e enalteceu a pesquisa realizada pela Uesc. Como bem salientou a educadora, as mudanças foram impostas à comunidade escolar – alunos, pais, funcionários e professores – da rede estadual de ensino.

Os educandários não tiveram espaço para se posicionar contrários a reestruturação. Os que o fizeram foram colocados no ostracismo. Não cabe aqui discutir o mérito da pesquisa para o processo do ensino aprendizagem. Esta é válida sim, mas nos moldes em que está sendo imposta.

Mas nada esta tão ruim que não possa piorar. Este ano, somente 25% da carga horária é destinada para disciplinas do núcleo diversificado. Ano que vem será de 50% e em 2014 de 75%, quando os alunos terão, segundo simulação encaminhada pela 6ª CRE, somente um período de matemática, um de história e um de geografia, por exemplo. Detalhe: as avaliações, como o Enem, não vão mudar porque o ensino gaúcho mudou.

A mobilização dos estudantes não é de agora, visto que em novembro do ano passado mais de 450 pessoas foram às ruas em favor da educação pública em ato organizado pela Uesc e apoiado pelos professores. Neste mesmo ato havia muitos educadores que também se posicionaram desfavoráveis as medidas que deverão refletir em índices de aproveitamento escolar e evasão ainda piores no RS.

Nós, professores, não nos silenciamos. Nossas vozes, contudo, não ecoaram tão forte. Por quê? Talvez porque venda mais jornal dizer que os professores estão em greve por questões salariais e não por discordarem de um modelo pedagógico “empurrado goela abaixo” fadado ao fracasso. Daqui a quatro anos, contudo, não digam quando os indicadores de avaliação externa apontarem para queda na qualidade do ensino que nós não avisamos.

Débora Inês Vogt - professora estadual, licenciada em História e graduanda em Filosofia/Parfor



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Convite Atividades do CPERS



Caros colegas!

Convidamos a todos nossos associado, profissionais em educação, para:
* Plenária no dia 23 de agosto, quinta-feira.
Horário: 14:00
Pauta: Previdência, Piso Salarial Nacional, aposentadoria complementar?
Presenças: Dr Jeverton Lima, advogado do nosso Sindicato e Prof Nei Sena, diretor estadual representante dos aposentados
Local: Sede do Núcleo, Tenente Coronel Brito, 1000.
* ATO PÚBLICO 25 de agosto, sábado
Pauta: Pelo cumprimento da Lei do Piso para professores, pela criação de mecanismos (lei estadual) para Piso Salarial para funcionários de escola, Divulgação da Pesquisada Saúde do Trabalhador.
Local: Esteio, Parque de Eventos
Saída de ônibus: Em frente ao Núcleo ou em frente a sua escola se o número de inscritos for lotar o mesmo
Horário de saída: 07:00
Presenças: Todos nós, associados ao CPERS ou não. O pagamento do Piso abrange a TODOS.
 
Quanto maior o número de participantes, mais cedo o Piso Nacional estará em nossos contracheques.

Contamos com sua presença. Mobilize-se!

sábado, 18 de agosto de 2012

Início do Ciclo de Debates em Educação.

Miriam e Rejane
Neste sexta feira a noite, teve início o Iº Ciclo de Debates em Educação. Abriu o I Ciclo a professora Rejane de Oliveira, Presidente do CPERS, com a palestra "A educação e as perspectivas para os educadores". Rejane colocou sobre as dificuldades com o governo Tarso. Os educadores presentes ficaram contentes com a palestra.

Já no sábado, Rafael Oliveira falou sobre "Trabalho e educação no ensino médio". Abordou a questão do ensino politecnico como é na sua vertente em Antonio Gramsci e como ocorre na sua "readapatação" do termo na versão governo Tarso. Aqui no Rio Grande do Sul houve uma inversão do ensino politecnico, ao invés de partir da vivência prática do aluno e ampliar os conhecimentos procurando chegar um conhecimento maior, o ensino politecnico de Tarso retira da escola e do professor a centralidade do ensino e deixa no volutarismo do aluno para escolher o que pretende estudar. O educadores presentes no debate lembraram do ensino tecnicista do periodo da ditadura militar e se estabeleceu diferenças e semelhanças entre os dois periodos de ensino.

Ciclo com Rafael Oliveira
Assim se concluiu a primeira etapa do Ciclo de debates com uma avaliação positiva dos educadores que participaram do evento. Professores presentes puderam participar dos debates com uma grande liberdade e proximidade justamente pelo número menor de participantes. Ficou realmente algo muito proveitoso.

Agora é so aguardar a proxima etapa nos dias 14 e 15 de setembro. Os que quiserem  ainda podem ingressar no Ciclo de debates do 18º Núcleo do CPERS.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Ato dos Indignados dia 29/06

Diante de um governo que aposta na Farsa como forma de prejudicar os trabalhadores, o CPERS usa a arma que temos disponível, o Ato Público. O governo usa a mídia, usa o dinheiro, usa a Assembleia Legislativa...
Precisamos de você nosso associado, de você que vê na educação uma importante ferramenta de transformação social. É com vocês e por nós todos que vamos denunciar o governo da FARSA:
-Farsa de um concurso público com cláusulas modificadas de última hora para reprovar e humilhar educadores.
-Farsa de um governador que se disse comprometido com o Piso dos educadores e o prometeu para funcionários também, mas que depois de eleito  escapa de todas as formas possíveis de cumprir o que deve.
-Farsa do governo que diz priorizar a educação mas é o estado que menos investe em educação.
-Farsa de um governo que mente que deu 76% de aumento de salário quando é na verdade apenas 4% já com um aumento de 2,25% de desconto na contribuição previdenciária.
-Farsa na reforma do Ensino Médio que simulou uma consulta às escolas que na verdade não existiu e reforma foi "goela abaixo" sem pé nem cabeça.
Por tudo isso e muito mais é que a Educação está INDIGNADA. Vamos chutar o balde.
Vem conosco dia 29 de junho no Ato dos Indignados

Prof Sadi Porto (Vice-Diretor do 18º Núcleo do CPERS)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Palestra com Emilio Gennari

No intuito de colaborar com a formação sindical de nossos associados estamos promovendo palestra com o ilustre professor Emilio Genari, as 18h30min do dia 22 de junho. Sugerimos a leitura de seus texto via net no seguinte endereço: http://www.espacoacademico.com.br/029/29cgennari.htm

terça-feira, 12 de junho de 2012

Formação pedagógica no CPERS

Para aprimorar nossa participação consciente no sindicato e na escola, estamos lançando uma ideia nova: o Ciclo de Debates em Educação, um curso de formação pedagógica acessível aos professores e funcionários realizado nas dependências do 18º Núcleo do CPERS, as inscrições serão até o dia 03 de julho e o inicio do Iº Ciclo de Debates em Educação esta previsto para dia 6 de julho, uma sexta feira as 18h30min.
O curso será realizado aos sábados e sextas com palestrantes de âmbito local.
Sadi Porto - Vice diretor

terça-feira, 15 de maio de 2012

Acordo ilegal entre Tarso e o MP

E o CPERS tinha razão, o juiz declarou que é ilegal o acordo firmado entre Tarso e o MP.
Mais uma vez fica comprovada a ilegalidade do atual governo "FORA DA LEI", ainda este governo insiste em continuar na ilegalidade, afirma o pagamento de um completivo sem base legal para fazê-lo.
Que pensa o Sr. Tarso Genro?
Seguramente pensa estar acima da lei, acima da assembleia legislativa. Decide mentir e enganar a sociedade gaúcha que o seu falso Piso é uma boa, tenta nos iludir que pagando R$ 100, ou R$ 200, para uma pequena parcela da categoria, estaria cumprindo a lei. Ora, nós sabemos que temos direito a muito mais que esta "mereca" de completivo, o piso no básico do plano de carreira que nos é devido corresponde a cerca de 700 reais para cada professor.
Portanto, Sr Tarso, deixe de ser mentiroso, enfrente a realidade como homem e diga a sociedade gaúcha da sua irresponsabilidade ao prometer pagar a lei que "leva a sua assinatura" para professores como esta na lei, e para funcionários que prometeste. Quanto mais tu mentes aos gaúchos mais enoja nossa categoria.
                                                                                                                   Sadi Porto - Vice diretor

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Acordo com Ministério Público é uma farsa.

Mais uma vez Tarso Genro arruma um modo de burlar a lei. O CPERS não pode aceitar que quem prometeu cumprir a lei e pagar o piso para professores e funcionários. O governador não tem palavra e muito menos cumpre a lei. Este governo é um mau exemplo para os cidadãos deste estado que cumprem cada centímetro da lei. O Tarso e o MP se colocam acima da lei, se colocam como o rei absolutista da França que disse "o estado sou eu".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Páscoa, apesar de você.

Tarso, apesar de você, nós professores sobrevivemos. Dificuldades? Sim, temos, com um básico de 395 reais, enquanto teriamos direito a um básico de 1451 reais, nossas dificuldades se multiplicam.
Porém, apesar de você, é Páscoa e temos por meta construir a felicidade nossa, de nossas famílias de nossos alunos.
 Apesar de você, a esperança em cada Páscoa renasce, esperança que surja um político honesto, com palavra, bem diferente de você. Existem pessoas que passam por nossas vidas para que possamos saber que não devemos imita-las, são os maus exemplos, e você é um deles.
Apesar de você, os nossos presentes de Páscoa sobreviverão, minguados bem diferentes dos popudos coelhos seus e de seus cupinchas. Mas sobreviveremos tal como sobrivevemos a outros governos. Nossa esperança pascal é incansável pois sabemos que a cada 4 anos podemos sepultar um cadáver e ressuscitar uma nova esperança.
Apesar de você, é Pascoa e se somos felizes é uma conquista nossa de cada dia... Feliz Páscoa a todos que lutam e sonham com mundo melhor e mais justo para todos...

terça-feira, 27 de março de 2012

NEGOCIAR O PAGAMENTO OU DEIXAR A CONTA PARA O FUTURO?

 
A Lei de número 11.738, do ano de 2008, conhecida com Lei do Piso, dentre outras coisas, regulamenta o salário dos professores, sua data base (janeiro), seu indexador de reajuste (Fundeb), chegando-se assim ao seu valor atual de R$ 1.451,00. Esse é o valor, segundo a Lei, do Piso do Magistério, e piso todos nós trabalhadores sabemos o que é. Mas vamos explicar para esse governo, que antes de eleito sabia o que era, mas esqueceu, rapidinho, de forma bem simples o que é: trata-se do “chãozinho”, o primeiro dos primeiros vencimentos a serem pagos a uma categoria. Então, se a Lei, inquestionavelmente garante ao Magistério um piso de R$ 1451,00, e o Governo do Estado, apoiado pela sua base aliada na Assembleia Legislativa, vota um percentual de aumento que não alcança esse valor, não é aumento, é, portanto, redução de salário. Poderá algum trabalhador abrir mão de salário? Nós, do magistério também não podemos e nem iremos. É nosso, assegurado por lei e julgado procedente pela Justiça. Temos todos nós professores, uma poupança forçada, e o Estado do Rio Grande do Sul, através de seus governantes, optou por engordar uma dívida trabalhista.
Deseja esse governo por em dúvida o que é piso. Já está respondido pela Justiça: Piso é salário sem nenhuma vantagem, conforme sentença divulgada em 5 de março, reconhecendo que o valor do Piso deve incidir sobre o vencimento básico da carreira. O legislativo votou, portanto, uma lei ilegal. Como pode ser? Será que os “fazedores” de lei acham que elas não precisam ser cumpridas? Ou, então, quem sabe, pensam que nem são importantes, falo das leis, obviamente. Triste ver nossos deputados se calarem e permitir tamanha barbárie. Não se está desrespeitando somente aos professores, mas a sociedade como um todo. Estão colocando em risco as finanças do Estado em futuro nem tão distante. E, mediante as notícias recentes, ouso dizer que são sabedores do fato, pois um deles, advogado sendo, em seu escritório, seus sócios entra com ações na Justiça cobrando o Piso para o Magistério. Fácil entender a lógica: ganham várias vezes, primeiro seus soldos como parlamentares, depois, suas comissões quando vencedores das causas trabalhistas que o não pagamento do Piso irá gerar, e nem consigo imaginar de que outras formas mais.
Podem, o governo e seus aliados, até mesmo enganar a opinião pública através da mídia. Mas não se poderá perpetuar esse engodo, visto que é lei, e lei não se questiona, cumpre-se. Algum dia, essa conta terá que ser paga. Para quem estão, governo e deputados enviando essa conta? Quem será no futuro responsabilizado por esse enorme passivo que está sendo criado hoje em nosso estado?
O melhor para todos, Magistério, governos (atual e futuros) e sociedade gaúcha, seria a negociação. Nós professores, através de nosso Sindicato, que nos representa sim, continuamos querendo o diálogo. Que o outro lado, reflita e sente-se a mesa para negociar e parar de repetir a mesma ladainha sem avançar para o Piso. Não estamos apenas cobrando uma promessa de campanha, não estamos apenas exigindo, o que nem deveria ser necessário por nosso governador ser jurista, o cumprimento de uma lei, estamos preocupados com o futuro de nosso Estado, pois a pergunta crucial é: Que contas, a sociedade gaúcha terá que pagar, quando um governante não paga as contas da educação?
Miriam Neumann Trindade

quarta-feira, 21 de março de 2012

O PISO, A LUTA CONTINUA!

A base aliada do Tarso conseguiu dar uma rasteira no Piso. Este é um governo que escamoteia com um reajuste insignificante para não cumprir a lei. Para nós professores e funcionários só resta a mobilização para pressionar o governo a cumprir o piso.
Assim como o governo esta feliz por ter uma base aliada coesa, nós também temos que construir uma base coesa de professores pois somente nossa união é capaz de fazer os deputados e governo se afastarem da ideia de não pagar o Piso.
A Paralisação dos dias 14, 15 e 16 foi forte, mas precisaremos de muito mais força. Comece agora a mobilizar e a criar um espirito de unidade.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Justiça determina pagamento do piso nacional aos professores da rede estadual

Tarso perdeste a oportunidade de ser herói,agora é um fora da lei.
A justiça do estado do Rio Grande do Sul determinou hoje, dia 5 de março, o pagamento do Piso do magistério, inclusive o retroativo.
Claro que Tarso, igual a Yeda, vai recorrer da decisão judicial.
Que pena, tem gente que prefere entrar para história, não como herói, mas como covarde.
Este é o caso do Governador Tarso, o qual esta perdendo uma oportunidade impar de se tornar um herói, prefere a mesquinhez de ser um fora da lei.
Tarso nunca ouviu a frase: "o crime não compensa", "dura lex, sed lex" (a lei é dura, mas é a lei), o curso de direito deste senhor, lhe mostrou como burlar a lei ao invés de observá-la.
Mas agora que o governo Tarso foi declarado como ILEGAL, não caberia o impeachment caso o governo não cumpra a lei? Não cumprir a lei é, no mínimo, improbidade administrativa. O governador esta correndo o risco de ser apeado do cargo.
Mas para isso professores, não pensem que basta um juiz, a nossa luta continua e continuará sempre, o sindicato tem que organizar a categoria, sem atrelamento a partidos, para defendermos juntos nossos direitos.
Em Frente, juntos somos mais fortes.

domingo, 4 de março de 2012

CATEGORIA REJEITA A PROPOSTA DO GOVERNO NA ASSEMBLEIA GERAL



Os trabalhadores estaduais da educação rejeitaram, em assembleia geral realizada nesta sexta-feira (02), em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre, a proposta de reajuste apresentada pelo governo do estado. A categoria aprovou uma contraproposta elaborada pelo sindicato, que garante, ainda este ano, a integralização do valor do piso salarial.

A proposta aprovada pela categoria consiste no pagamento de um reajuste, em três parcelas, todas de 22,41%, nos meses de maio, agosto e novembro, integralizando o valor do piso salarial, que é de R$ 1.451,00.

A proposta do governo não garante o cumprimento da lei do piso. Ao final de 2014, o estado estaria pagando aos professores R$ 1.259,11 por uma jornada semanal de 40 horas, aquém do valor definido para 2012.

Para os funcionários de escola, a proposta do governo é ainda mais rebaixada. Até o final do mandato, aplicaria somente o índice de 23,5%, integralizado até fevereiro de 2013. 

A contraproposta aprovada pela categoria garante aos funcionários os mesmos índices concedidos aos professores.

Estado de greve

A categoria também aprovou o estado de greve, a retirada da Assembleia Legislativa dos projetos que tratam do reajuste salarial e um calendário de mobilização para pressionar o governo a cumprir a lei do piso.

A mobilização consiste na realização de atividades específicas com os funcionários de escola, panelaços, plenárias, seminários, varal de contracheques, visitas às famílias dos alunos, vigílias, campanha de outdoors, exposição de faixas em frente aos partidos do governador e dos seus aliados, pedágios explicativos, faixas em frente às escolas e campanha de e-mails.

Como forma de pressão pelo cumprimento da lei do piso, a categoria também vai cobrar o posicionamento dos senadores da bancada gaúcha, buscar audiência com a presidente da República, ocupar espaços nas câmaras de vereadores e realizar audiências públicas nas promotorias de cada município.

A luta pela implementação do piso também terá pressão aos deputados estaduais para que não votem os projetos de reajuste que estão no Legislativo, aos vereadores, candidatos às eleições municipais, líderes de bancadas e presidentes de partidos. A categoria também vai pressionar os deputados para que votem o projeto de abono das faltas da greve passada.
Paralisação nacional
O calendário de mobilização tem previsto para os dias 14, 15 e 16 de março a participação da categoria na paralisação nacional pelo cumprimento da lei do piso, dos 10% do PIB para a educação e contra o projeto que altera o indexador de correção do piso. O CPERS participará, junto com outras categorias, de um ato público estadual no dia 16 de março.

Os educadores também fortalecerão o boicote à reforma do ensino médio, continuando o debate com a comunidade escolar para que as escolas construam a suas próprias propostas pedagógicas. A categoria também vai exigir o cumprimento de um terço de horas-atividade, se recusando a cumprir mais períodos e denunciando as coordenadorias de educação que estão utilizando esta prática.

No dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – serão realizadas panfletagens em locais públicos e participação em atividades unificadas com outras organizações.

quinta-feira, 1 de março de 2012

RESULTADOS DA ASSEMBLEIA REGIONAL

Dia 29 de fevereiro foi realizada a Assembleia Regional do CPERS às 16h30min na Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul.
As propostas aprovadas na Assembleia:

1. Reprovada a proposta do Governo por nos distaciar cada vez mais do Piso Salarial do Magistério e aprovada a proposta do CPERS/Sindicato que propõe o pagamento neste ano de 2012 do valor do Piso de 2011 que equavale ao um básico de 1.187,00 para 40 horas;
2. Aprovada a chamada extra para custear as despesas da campanha salarial.
3 . Como proposta de mobilizaçao a proposição do Estado de Greve do Professor Sadi da Fontoura Porto, como forma de dizer ao governo que não concordamos com seu Falso Calendário foi adicionada a porposta de do Professor Marcelo Diniz numa proposta de Mobilização Permanente Pró Piso, com exposição de nossos contracheques em um painel de parede nas entradas das escolas, para que a comunidade escolar veja nossos salários e perceba que governo falta com a verdade, expor esses mesmos contracheques em um segundo momento em praça pública, também poderia ser em frente a Assembleia Legislativa e solicitar ao governo que mostre os contracheques dos professores que recebem o salário médio que o governo divulga;
4. Levantamento e divulgação na imprensa das condições das escolas no que se refere às bibliotecas, laboratórios (informática, ciências e outros) com isso vamos demonstrando a falta de investimentos e impossibilidade de implantar com sucesso o Ensino Médio Politécnico, Ato público.

Estas são as propostas que o 18º Núcleo levará para o Conselho Geral e Assembelia Geral do dia 02/03.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

PREPARANDO A ASSEMBLEIA GERAL E REGIONAL DO CPERS

Como o governo do Estado não atendeu as reivindicações dos Educadores, precisamos nos mobilizar para apresentarmos uma proposta ao governo, com calendário para garantirmos o pagamento do PISO.
 
 
ASSEMBLEIA REGIONAL
 
- dia 29 de fevereiro de 2012 - as 16h30min na Câmara de Vereadores
 
 
ASSEMBLEIA GERAL
 
- dia 02 de março de 2012 - ônibus no CPERS as 11h para a Praça da Matriz em Porto Alegre
Passagem R$ 5,00 - Envie e-mail reservando seu lugar ou ligue 8416 7243.
 
 
Profª Míriam
 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Conselho Regional do 18º Núcleo rejeita por unanimidade proposta do governo

Dia 16 de fevereiro no 18º Núcleo do CPERS em Santa Cruz do Sul foi dia de se reencontrar após as férias, voltamos com surpresas, dentre as quais o "reajuste" proposto pelo Governo Tarso.
Durante o dia, com o acompanhamento da Professora Rejane Olivieira, a direção do Núcleo elaborou o planejamento para 2012, se ressaltou o saldo positivo da gestão no final de 2011 e a necessidade de continuar a ampliar a participação e visitação às escolas da região.
À tarde, às 17 horas, aconteceu o Conselho Regional, onde se analisou da proposta do governo de 23% parcelado até 2013 e que considera como reajuste adicionar a parcela autonoma de 38,91 reais ao básico. Também se estudou a proposta do CPERS/Sindicato de calendário sendo que nesta proposta, no final de 2012 o governo alcançaria pagar o piso de 2011 que era de R$ 1.197,00.
Ao final do debate, os participantes do conselho votaram e rejeitaram por unanimidade a proposta do governo. Este "reajuste" é mais uma manobra de Tarso para não pagar o que deve, o Piso.
Agora teremos mais um momento de analise das propsotas em Santa Cruz do Sul na Assembleia  Regional dia 29/02 e depois dia 02/03 a Assembleia Geral  na Praça em frente ao Palácio Piratini em Porto Alegre.
Participe nestes mometos importantes que decidirão os rumos do nosso Sindicato e de nossa profissão.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A PROPOSTA DO CPERS PARA O GOVERNO PAGAR O PISO

Estamos diante de um impasse: o governador Tarso prometeu pagar o Piso do magistério, uma lei que ele mesmo assinou.
Ao mesmo tempo que Tarso tem este compromisso fica cada vez mais clara a tentativa do  governo de escamotear o seu compromisso e iludir a categoria. Agora usa manobras para fugir do compromisso e da lei que leva sua assiantura. Tarso como mau brasileiro esta querendo "dar um jeitinho".
O CPERS elaborou um vídeo excelente que podemos acessar em nosso blog, assista e ajude a esclarecer nossa categoria.


Nossa resposta só pode ser uma MOBILIZAÇÃO. A categoria reunida hoje em Santa Cruz do Sul no Conselho Regional decidiu por unanimidade pela rejeição da proposta do governo e afirma o propósito de lutar pela implantação do calendário do CPERS para atingirmos o Piso prometido por Tarso.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A PROPOSTA DA CATEGORIA PARA O GOVERNO

Reunido na manhã desta sexta-feira (3), em Porto Alegre, o Conselho Geral do CPERS/Sindicato aprovou uma proposta para viabilizar o pagamento do piso salarial para professores e funcionários de escola. A proposta será debatida com a categoria até a próxima assembleia geral, marcada para o dia 9 de março. Nos dias 14, 15 e 16 do mesmo mês  haverá paralisação nacional dos educadores para pressionar os governos a pagar o piso.

Veja, abaixo, detalhes da proposta:

Considerando que, depois de um ano de mandato, o Governo Tarso:
  • Continua alegando que o Estado não tem recursos para cumprir de imediato a Lei do Piso, ignorando que ela retroage a 2009;
  • Conta com total apoio dos empresários, como a Agenda 2020, e de setores da grande mídia para justificar a não implantação do mesmo;
  • Se recusa a apresentar um calendário para o cumprimento desta lei usando justificativas como: “aguardar a decisão relativa aos embargos (medida judicial) junto ao STF” e “esperar a definição do cálculo que será usado pelo governo federal para reajustar o piso nos próximos anos”;
  • Apresentou uma proposta salarial que só aumenta o abismo entre o compromisso assumido de pagar o piso e a efetivação do mesmo;
O Conselho Geral do CPERS/Sindicato apresenta, para debate na categoria, a seguinte proposta:
  • Pagamento, em 2012, do valor de R$ 1.187,37 – valor definido pelo Governo Federal para o piso em 2011– conforme calendário abaixo:

    Mês de maio = 19%
    Mês de agosto = 14%
    Mês de novembro = 10,64%
  • Mesmos índices para os funcionários de escola.
  • Negociação do reajuste relativo a 2012, bem como o de 2013, na “Campanha Salarial” do ano que vem.